Se você fatura entre R$20 mil e R$50 mil por mês com sua loja de moda ou beleza e sente que bateu num teto invisível, a causa raiz raramente é o anúncio. Antes de colocar mais dinheiro em tráfego pago, o problema costuma estar na falta de método e de rotina de gestão. É exatamente aqui que entra a assessoria de marketing digital: não para substituir o gestor de tráfego, mas para dar estrutura, prioridade e constância ao que hoje é feito de forma reativa.
Se você é dona de uma loja assim, provavelmente já ouviu de tudo: “põe mais grana no Instagram”, “troca o gestor de tráfego”, “seu produto é que não converte”. Nenhuma dessas respostas costuma resolver, porque o problema não é pontual, é estrutural. E é sobre isso que vamos falar neste artigo, com dados reais do setor, sem fórmula mágica e com um caminho prático para os próximos 90 dias.
O sintoma da estagnação: sinais de que a loja fatura R$20-50k mas não sai do lugar
Resposta direta: a estagnação aparece como um platô de faturamento que se repete mês após mês, mesmo com esforço crescente em anúncios, posts e promoções. Os sinais mais comuns são: receita estável ou em leve queda, custo de aquisição subindo, dependência de cupom para vender, e uma sensação constante de estar “correndo atrás do próprio rabo” sem enxergar de onde vai vir o próximo salto.
Se você reconhece pelo menos três dos sinais abaixo, sua loja provavelmente está no platô clássico do e-commerce de moda ou beleza que já validou o produto, mas não organizou a gestão:
- O faturamento oscila dentro da mesma faixa há 4, 6, 8 meses, independente de quanto você investe em mídia.
- Você já testou trocar de agência, de gestor de tráfego ou de plataforma, e o resultado não muda de forma estrutural.
- As vendas dependem de promoção. Sem desconto, o carrinho não fecha.
- Você não sabe, com precisão, qual é seu custo de aquisição de cliente (CAC) nem qual é o retorno real sobre o que investe em anúncio.
- A rotina de postar, responder cliente, cuidar de estoque, negociar com fornecedor e ainda pensar em estratégia cabe inteira em você, e sempre sobra menos tempo do que o necessário para o que realmente importa.
- Ideias de campanha, conteúdo ou promoção aparecem, mas raramente saem do papel porque não há um calendário puxando a execução.
- Toda decisão de marketing é tomada em cima da hora, reagindo a alguma queda de venda, e não como parte de um plano.
Esse cenário tem nome no varejo digital: é o platô do lojista intermediário. É a fase em que a loja já provou que o produto vende (tem clientes, tem recompra, tem uma base) mas trava porque a complexidade operacional cresceu mais rápido do que a capacidade de gerir. Faltam processo, tempo e gestão de pessoas, exatamente o combo que costuma levar esse perfil de lojista a procurar uma assessoria de marketing digital.
É importante ser honesta com você mesma neste diagnóstico. Não é falta de esforço. É bem provável que você trabalhe mais horas do que qualquer CLT da sua cidade. O problema é que esforço sem método tende a gerar movimento, não necessariamente crescimento. E o primeiro passo para sair do platô é reconhecer os sinais, sem culpa, como um estágio natural de quem cresceu até aqui sozinha.
Outro ponto que vale destacar: a estagnação de R$20-50k mensais é particularmente traiçoeira porque é dinheiro suficiente para pagar as contas e manter a operação rodando, mas insuficiente para contratar uma equipe completa de marketing. É a famosa “terra de ninguém”: grande demais para operar no improviso, pequena demais (na cabeça de quem decide) para investir em estrutura. Só que essa lógica está invertida, e vamos ver por quê nos próximos tópicos.
As causas reais do platô (não é falta de anúncio): falta de método, sem rotina, decisão reativa

Resposta direta: o platô de faturamento quase nunca é causado por “pouco anúncio”. Ele nasce da ausência de três coisas: um método de trabalho (o que fazer, em que ordem), uma rotina que sustente esse método (quando fazer, com que frequência) e decisões tomadas com antecedência, não em cima da crise. Sem essas três bases, qualquer verba extra em mídia paga só acelera o caos, não o crescimento.
Falta de método
Método, aqui, significa ter um processo replicável para tomar decisões de marketing: o que testar, como medir, quando parar um anúncio que não funciona, quando escalar um que funciona. Sem isso, cada decisão nasce do zero, baseada em intuição ou no que “parece estar bombando” nas redes naquela semana.
O sintoma mais claro de falta de método é a incapacidade de responder, com segurança, perguntas simples como: qual criativo trouxe mais venda no último trimestre? Qual categoria de produto tem a melhor margem depois do custo de aquisição? Qual é o ticket médio dos clientes que vieram de anúncio versus os que vieram de indicação? Se essas respostas não existem, você não tem um método, tem um conjunto de tentativas.
Falta de rotina
Rotina é a engrenagem que transforma método em resultado contínuo. Uma loja pode até ter um bom plano de conteúdo ou uma boa estratégia de campanha, mas se não existe uma cadência real de execução (reunião semanal de revisão, calendário de postagens, checkpoint mensal de resultado), o plano vira intenção. E intenção não fatura.
É comum ver lojas de moda e beleza nesse porte com um planejamento de marketing bonito guardado numa pasta do Google Drive, feito há seis meses, que nunca foi revisado. O problema não foi o plano. Foi a ausência de rotina para executá-lo, medi-lo e ajustá-lo.
Decisão reativa
A terceira causa, e talvez a mais desgastante emocionalmente, é a decisão reativa: agir só quando a venda já caiu. Trocar de gestor de tráfego quando o resultado piora. Criar uma promoção relâmpago quando o caixa aperta. Postar mais quando o engajamento cai. Tudo isso é reação, não estratégia. E reação sistemática consome energia, dinheiro e, principalmente, a confiança da dona do negócio na própria capacidade de crescer.
O dado do setor confirma esse diagnóstico: entre lojistas de porte intermediário, que já validaram o produto mas ainda não organizaram a gestão, a barreira real está na complexidade operacional. Não é falta de demanda, não é produto ruim, é falta de processo, falta de tempo disponível para pensar estratégia e falta de gestão de pessoas e prioridades. É exatamente esse perfil de lojista que mais se beneficia (e mais recorre) a uma assessoria de marketing digital, porque ela entrega justamente o que falta: método, rotina e antecipação.
Vale reforçar: isso não é uma crítica a você. É uma leitura estrutural de porte de negócio. Toda loja que sai do zero e chega em R$20-50k mensais fez isso quase sempre sozinha, testando, aprendendo, sobrevivendo. O problema é que o que te trouxe até aqui (fazer tudo, decidir tudo, apagar incêndio) não é o que vai te levar ao próximo patamar. Esse é o cerne da mudança que precisa acontecer.
Gestor de tráfego não é assessoria de marketing: otimizar campanha vs ter estratégia completa
Resposta direta: o gestor de tráfego cuida de uma parte específica e importante do jogo (configurar, testar e otimizar campanhas dentro das plataformas de anúncio), mas ele não é responsável por definir para onde a marca vai, qual produto priorizar, como estruturar o funil completo ou como transformar visitante em cliente recorrente. Confundir os dois papéis é uma das razões mais comuns pelas quais a assessoria de marketing digital é vista como “gasto duplicado” quando na verdade resolve uma lacuna diferente.
Essa confusão é compreensível. O gestor de tráfego é, muitas vezes, a única pessoa “de marketing” que a loja contrata, então acaba recebendo (informalmente) a expectativa de resolver tudo: estratégia de conteúdo, posicionamento de marca, precificação, retenção, CRM. Só que o trabalho dele é, por natureza, tático e operacional dentro das plataformas de mídia paga.
O que o gestor de tráfego faz (e faz bem, quando é bom)
- Configura campanhas no Meta Ads e Google Ads.
- Testa criativos, públicos e posicionamentos.
- Ajusta lances e orçamento com base em performance.
- Analisa métricas de plataforma: CPC, CPM, ROAS por campanha.
- Otimiza o que já está rodando para melhorar o retorno daquele investimento específico.
O que ele não faz (e não é falha dele, é escopo)
- Não define a estratégia de posicionamento da marca no mercado.
- Não decide qual categoria de produto deveria ser priorizada no próximo trimestre.
- Não estrutura a jornada completa do cliente, do primeiro contato até a recompra.
- Não organiza a gestão de e-commerce como um todo: conteúdo, e-mail, WhatsApp, fidelização, precificação.
- Não tem, geralmente, visão de caixa e margem para saber se vale escalar aquele anúncio que “está indo bem” em cliques, mas pode estar destruindo a rentabilidade.
Essa lacuna fica evidente quando olhamos para o comportamento dos lojistas de maior porte, que já passaram por essa fase e profissionalizaram a gestão. Entre eles, 63% delegam o tráfego pago para terceiros, mas isso não significa que abriram mão da estratégia. Pelo contrário: à medida que o negócio amadurece, o foco financeiro muda. Deixa de ser simplesmente “ter lucro” no fim do mês e passa a ser “defender a margem” de forma consistente, decisão que exige visão de negócio, não apenas de campanha.
Nesses lojistas maiores, as dores também mudam de natureza. Carrinho abandonado é apontado como dor por 40% deles, custo de mídia por 33%, e falta de tempo por 49%, quase metade. Ou seja: mesmo quem já tem escala sente falta de tempo para gerir tudo com qualidade. Isso mostra que o problema de “não ter estrutura suficiente” não desaparece com o crescimento, ele só muda de forma, a menos que exista alguém cuidando da visão completa.
É aqui que entra a diferença entre otimizar campanha e ter estratégia. Otimizar campanha responde à pergunta: “como faço este anúncio performar melhor?” Ter estratégia responde à pergunta: “o que essa loja precisa, na ordem certa, para crescer de forma sustentável nos próximos seis meses, considerando produto, preço, canal, conteúdo, atendimento e retenção?”
A assessoria de marketing digital cuida da segunda pergunta. E o bom gestor de tráfego, dentro de uma assessoria bem estruturada, executa a primeira com muito mais eficiência, porque está trabalhando dentro de uma direção clara, não isolado tentando adivinhar o que a marca precisa.
O que muda quando existe uma rotina mensal de marketing

Resposta direta: quando a loja passa a ter uma rotina mensal de marketing (planejamento, execução, medição e ajuste em ciclo fixo) o efeito mais imediato é a redução da sensação de caos. Decisões deixam de nascer da urgência e passam a nascer de um calendário. E isso, sozinho, já reduz erros caros e libera tempo da dona do negócio para pensar em crescimento, não em apagar incêndio.
Uma rotina mensal de marketing bem estruturada normalmente segue quatro fases que se repetem em ciclo:
1. Planejamento do mês
Antes do mês começar, já está definido: quais produtos ou coleções serão destacados, quais datas comerciais exigem ação (Dia das Mães, Black Friday, troca de estação), qual verba será usada em cada canal e quais metas concretas o mês precisa bater. Nada é decidido “na semana”.
2. Execução com calendário
Conteúdo, campanhas e ações de CRM (e-mail, WhatsApp) seguem um calendário definido com antecedência. Isso elimina a improvisação de “o que eu posto hoje” e garante consistência de presença, um dos fatores que mais pesa na percepção de marca ao longo do tempo.
3. Medição em ciclo curto
Em vez de descobrir no fim do mês que algo não funcionou, a rotina prevê checkpoints (semanais ou quinzenais) onde números reais são olhados: CAC, ticket médio, taxa de conversão, retorno por canal. Isso permite corrigir o rumo dentro do próprio mês, não só no mês seguinte.
4. Ajuste e aprendizado
O que funcionou vira padrão. O que não funcionou é descartado com dados, não com achismo. Esse ciclo de aprendizado contínuo é o que separa uma loja que “vai testando coisas” de uma loja que “está evoluindo com base em evidência”.
O impacto prático dessa rotina aparece em várias frentes da gestão de e-commerce. Um exemplo concreto: carrinho abandonado é uma das maiores dores registradas mesmo entre lojistas grandes, citada por 40% deles. Sem rotina, o carrinho abandonado é tratado como um problema técnico esporádico. Com rotina, ele vira um processo permanente: campanha de recuperação configurada, sequência de e-mail ou WhatsApp automatizada, revisão mensal da taxa de recuperação. A diferença entre “lembrar de vez em quando” e “ter isso rodando todo mês” é, literalmente, receita que deixa de vazar.
Outro exemplo é a fidelização. O comportamento do consumidor mudou: 60% dos consumidores querem algum tipo de programa de fidelidade da marca que compram, mas apenas 4% das lojas oferecem isso hoje. É uma lacuna gigantesca entre desejo do cliente e oferta do mercado. Sem uma rotina de marketing que inclua a construção de um programa de fidelização (mesmo que simples, como cashback, cupom de aniversário ou clube de recompra), essa oportunidade some no meio da correria do dia a dia. Com rotina, ela vira um projeto com prazo, responsável e entrega.
A rotina mensal também muda a relação da dona da loja com o próprio negócio. Em vez de viver apagando incêndio, ela passa a ter previsibilidade: sabe o que vai acontecer nas próximas semanas, sabe o que está sendo medido, sabe onde o dinheiro de marketing está sendo aplicado e por quê. Isso não é só conforto emocional, é a base para qualquer decisão de investimento maior, porque decisão de investir bem exige informação organizada, não intuição sob pressão.
Erros de quem tenta resolver sozinho ou com freelancer avulso
Resposta direta: os erros mais comuns de quem tenta sair da estagnação sozinha, ou contratando freelancers pontuais, são: trocar de profissional a cada resultado ruim sem entender a causa, focar só em uma frente (só tráfego, ou só conteúdo, ou só design) enquanto o problema é sistêmico, e não ter nenhum documento vivo de estratégia que sobreviva à saída de um freelancer.
Vamos destrinchar os erros mais frequentes, porque reconhecê-los é meio caminho andado para não repeti-los.
Erro 1: trocar de gestor de tráfego como solução universal
Quando o resultado cai, o primeiro instinto costuma ser “vamos trocar quem cuida do anúncio”. Às vezes isso resolve um problema pontual de execução ruim. Mas na maioria das vezes, o novo profissional herda o mesmo cenário sem estratégia, sem calendário, sem rotina, e entrega o mesmo resultado em 60 ou 90 dias. O ciclo se repete, e o custo real não é só o dinheiro pago a cada novo freelancer, é o tempo perdido reexplicando o negócio do zero para cada pessoa nova.
Erro 2: contratar por frente isolada, sem visão de conjunto
Contratar alguém só para tráfego, outra pessoa só para redes sociais, e mais alguém só para o design das artes, sem que exista uma cabeça olhando o conjunto, gera um problema clássico: cada frente trabalha bem isoladamente, mas a soma não converte porque não existe coerência entre o que o anúncio promete, o que o conteúdo comunica e o que a loja realmente entrega no checkout.
Erro 3: freelancer sem obrigação de rotina
Freelancer avulso, contratado por demanda (“preciso de um post”, “preciso de uma campanha para o próximo fim de semana”), não tem, na maioria das vezes, compromisso de acompanhar resultado no médio prazo. Ele entrega o que foi pedido e segue para o próximo cliente. Isso é natural do modelo de trabalho dele, não é má vontade. Mas significa que ninguém está de fato responsável por olhar se aquilo funcionou daqui a 30 ou 60 dias.
Erro 4: achar que mais ferramenta resolve falta de método
É comum a dona do negócio investir em uma nova ferramenta (um novo CRM, uma nova plataforma de automação, um novo aplicativo de gestão) achando que a tecnologia vai suprir a falta de processo. Ferramenta sem método vira só mais uma aba aberta no navegador. O problema nunca foi tecnológico, foi de gestão.
Erro 5: não documentar o que já foi testado
Sem um histórico organizado de campanhas, criativos e resultados, cada nova pessoa que entra (freelancer, agência, funcionário) recomeça o aprendizado do zero. Testes que já foram feitos e não funcionaram são refeitos meses depois, gastando tempo e dinheiro em erros que já tinham resposta.
O padrão por trás de todos esses erros é o mesmo: tentar resolver um problema de gestão com soluções pontuais e desconectadas. É como tentar consertar uma casa com rachadura na fundação trocando só a pintura da parede. Fica bonito por um tempo, mas o problema estrutural continua ali, e volta a aparecer.
É exatamente por isso que o mercado tem visto cada vez mais lojistas de porte intermediário migrando de “contratar freelancer isolado” para “buscar uma assessoria de marketing digital” completa: não porque freelancer seja ruim, mas porque o problema real não está em nenhuma peça isolada, está na ausência de alguém responsável pelo quebra-cabeça inteiro.
Assessoria vale a pena nesse porte de faturamento? Cálculo de ROI e quando investir R$5k/mês
Resposta direta: sim, assessoria de marketing vale a pena para quem fatura R$20-50k por mês, desde que o investimento seja tratado como estrutura, não como despesa variável. Um investimento de R$5.000 mensais representa, em média, entre 10% e 25% do faturamento nessa faixa. Se a assessoria ajuda a recuperar carrinho abandonado, melhorar margem e criar rotina de fidelização, o retorno tende a superar o custo em poucos meses.
Vamos ao cálculo, sem enrolação. Faturamento de R$30.000 mensais (meio da faixa considerada) com investimento de R$5.000 em assessoria representa aproximadamente 16,6% do faturamento bruto. Parece alto isolado, mas precisa ser comparado ao custo real da estagnação, não a um número solto.
O custo de continuar estagnada
Pense no que já foi gasto até aqui em freelancers avulsos, trocas de gestor de tráfego, ferramentas subutilizadas e, principalmente, no tempo da própria dona do negócio dedicado a apagar incêndio em vez de vender ou negociar com fornecedor. Esse tempo tem valor, mesmo que não apareça em planilha. Se a estagnação continuar mais seis meses no mesmo padrão, o custo de oportunidade (vendas que não aconteceram, clientes que não voltaram, fidelização que não foi construída) costuma ser muito maior do que R$5.000 mensais.
Onde o retorno aparece primeiro
- Recuperação de carrinho abandonado. Como vimos, é dor relatada por 40% dos lojistas mesmo em porte grande. Uma rotina bem estruturada de recuperação (e-mail, WhatsApp, remarketing) pode recuperar uma fatia relevante dessas vendas perdidas, muitas vezes sozinha já cobrindo parte do investimento mensal.
- Defesa de margem. À medida que a gestão amadurece, o foco muda de “vender mais” para “vender com margem melhor”. Evitar promoção generalizada e trabalhar segmentação de público e de oferta tende a proteger o lucro que hoje é corroído por descontos indiscriminados.
- Fidelização. Com 60% dos consumidores desejando programa de fidelidade e apenas 4% das lojas oferecendo, existe uma janela de diferenciação real. Cliente fiel compra de novo sem custo de aquisição repetido, o que melhora diretamente o retorno sobre o marketing investido.
- Descoberta de marca por canal certo. 65% dos consumidores descobrem novas marcas por anúncio em redes sociais, e quase 60% decidem a compra com base em avaliação de terceiros. Uma assessoria organiza esses dois pontos de forma coordenada: mídia paga bem direcionada e prova social bem trabalhada, em vez de ações soltas e sem conexão.
- Aproveitamento da preferência por loja própria. 51% dos consumidores preferem comprar direto na loja da marca quando preço e prazo são equivalentes aos de marketplace. Isso significa que uma parte relevante do público já está inclinada a comprar de você diretamente, desde que a experiência de compra (site, atendimento, confiança) esteja à altura. É trabalho de gestão de e-commerce completa, não só de anúncio.
Quando o investimento faz sentido (e quando não faz)
Assessoria de marketing digital faz sentido quando a loja já validou o produto (tem clientes recorrentes, tem margem básica saudável, tem um mínimo de estrutura operacional) mas está travada na parte de gestão, execução e estratégia. Se esse é o seu cenário, R$5.000 mensais tende a ser mais barato do que a soma de tentativas isoladas que você provavelmente já vem fazendo.
Não faz sentido, e é importante dizer isso com honestidade, se a loja ainda não validou o produto, se a margem está negativa antes mesmo do marketing entrar em cena, ou se não existe caixa mínimo para sustentar seis meses de trabalho estruturado. Assessoria não é milagre nem varinha mágica. Ela organiza e executa uma estratégia, mas precisa de uma base mínima de negócio para ter em que trabalhar.
Se você reconhece que sua loja está na primeira situação (produto validado, mas gestão travada), essa é a hora de considerar seriamente se assessoria de marketing vale a pena para o seu momento específico. E a resposta, para a maioria das lojas nesse porte, tende a ser sim.
Como funciona a Assessoria de Marketing da Refston na prática

Resposta direta: a Assessoria de Marketing Digital da Refston funciona como uma extensão da sua gestão: entra com diagnóstico completo do negócio, monta um plano mensal com metas claras, executa tráfego pago, conteúdo e CRM de forma integrada, e presta contas em ciclos curtos, com reunião de acompanhamento. O investimento é de R$5.000 mensais, e o primeiro passo é um diagnóstico gratuito.
Diferente de contratar um freelancer isolado ou apenas um gestor de tráfego, a assessoria da Refston nasce para resolver exatamente a lacuna descrita ao longo deste artigo: falta de método, falta de rotina, decisão reativa.
Como o trabalho começa
- Diagnóstico. Antes de qualquer execução, mapeamos onde está o vazamento de receita: carrinho abandonado, funil de tráfego, retenção, precificação, presença de conteúdo. Esse diagnóstico é feito com base em dados reais da sua loja, não em suposição.
- Plano mensal. Com o diagnóstico em mãos, montamos um plano com prioridades claras para os primeiros 30, 60 e 90 dias. Nada de tentar consertar tudo ao mesmo tempo, começamos pelo que tem maior impacto e menor esforço primeiro.
- Execução integrada. Tráfego pago, conteúdo, e-mail e vender no WhatsApp passam a operar dentro do mesmo calendário, com a mesma estratégia por trás, em vez de frentes desconectadas.
- Ciclos de prestação de contas. Reuniões periódicas mostram o que foi feito, o que funcionou, o que foi ajustado e qual é o próximo passo. Você acompanha a evolução com números, não com achismo.
O que muda para você
Você deixa de ser a única pessoa responsável por lembrar de tudo, testar tudo e decidir tudo sozinha, sob pressão, no meio da operação do dia a dia. Passa a ter um parceiro de gestão que cuida da parte estratégica de marketing, enquanto você foca no que só você pode fazer: cuidar do produto, da relação com fornecedor e da visão do negócio.
Passo a passo para sair da estagnação em 90 dias
Resposta direta: sair da estagnação em 90 dias exige três fases de 30 dias cada: diagnóstico e organização no primeiro mês, execução estruturada com testes no segundo, e escala do que funcionou no terceiro. O erro mais comum é pular direto para “colocar mais anúncio” sem passar pela fase de diagnóstico, o que só reforça o mesmo platô.
Dias 1 a 30: diagnóstico e organização
- Levante os números reais: faturamento por canal, CAC, ticket médio, taxa de conversão do site, taxa de recuperação de carrinho abandonado.
- Mapeie onde está o maior vazamento de receita (carrinho abandonado, falta de remarketing, ausência de programa de fidelidade, dependência de desconto).
- Organize um calendário mínimo de conteúdo e campanhas para o mês seguinte, com prioridades claras.
- Defina, com clareza, qual é a meta concreta dos próximos 90 dias (não “vender mais”, mas um número específico).
Dias 31 a 60: execução estruturada e testes
- Implemente a recuperação de carrinho abandonado de forma automatizada, se ainda não existir.
- Rode testes controlados de criativo e público em tráfego pago, com acompanhamento semanal de resultado.
- Estruture, mesmo que de forma simples, um programa de fidelização ou benefício de recompra. Lembre-se: 60% dos consumidores querem isso e só 4% das lojas oferecem, é uma oportunidade real de diferenciação.
- Ajuste a comunicação de prova social (avaliações, depoimentos), já que quase 60% dos consumidores decidem a compra com base nisso.
Dias 61 a 90: escala do que funcionou
- Identifique, com dados dos dois meses anteriores, quais campanhas, criativos e canais tiveram melhor retorno, e direcione mais verba para eles.
- Corte, com segurança, o que não performou, sem medo de “desperdiçar” o que já foi testado, esse aprendizado já cumpriu seu papel.
- Consolide a rotina mensal como padrão permanente de gestão, não como um esforço pontual de 90 dias.
- Reavalie a meta original e defina o próximo ciclo de crescimento, já com método instalado.
O ponto central desse passo a passo é simples: crescimento sustentável não vem de um golpe de sorte em uma campanha isolada, vem de método aplicado com consistência. E método, sozinha, no meio da correria do dia a dia de quem toca uma loja inteira, é difícil de sustentar. É exatamente esse suporte que uma assessoria de marketing digital entrega: alguém dedicado a manter o método rodando enquanto você cuida do resto do negócio.
Conclusão
A estagnação entre R$20 mil e R$50 mil de faturamento mensal não é falta de esforço, nem falta de produto bom, nem simplesmente falta de anúncio. É, na grande maioria dos casos, falta de método, de rotina e de alguém responsável pela visão completa da gestão de e-commerce. Trocar de gestor de tráfego, contratar mais um freelancer avulso ou aumentar a verba de mídia sem resolver essa base estrutural tende a manter você exatamente onde está, só que mais cansada e com o caixa mais apertado.
Se a sua loja está parada na mesma faixa de faturamento há meses e a saída até aqui foi trocar de gestor ou aumentar a verba, o próximo passo é olhar a base antes de gastar mais. Converse com a gente pelo WhatsApp ou peça a sua análise no formulário logo abaixo e conte o que você vende, quanto a loja fatura hoje e o que já tentou para sair do lugar.
Quer agendar uma consultoria?
Preencha o formulário e aguarde o nosso time entrar em contato.
